Uma flor símbolo de um país
Não à toa, no Japão, a Cerejeira (sakurá) é considerada um símbolo de renovação no país. A espécie é a primeira a “dar flor”, anunciando a transição do rigoroso inverno para a florida primavera japonesa.
Por isso, assim como os samurais eram considerados os melhores homens entre os homens, a flor de cerejeira é considerada a flor das flores pelos japoneses. O culto às cerejeiras é tão grande que o “hanami” (observação das flores) é uma festa nacional e a tradição vem desde o ano 794 depois de Cristo.

Com a explosão das flores nos primeiros dias de abril os japoneses invadem os parques e as ruas coloridas pelo rosa das cerejeiras. munidos com máquinas fotográficas e cestas de piquenique, os trabalhadores são liberados mais cedo do trabalho e se reúnem debaixo das árvores para confraternizar.
Uma lenda conta que a palavra “Sakura” surgiu com a princesa Konohana Sakuya Hime, que caiu do céu perto do Monte Fuji, tendo se transformado nessa bonita flor.
Os lendários samurais também tinham grande admiração pela flor de cerejeira, pois esta remete a efemeridade da existência humana e ao lema dos samurais: viver o presente sem medo. Assim, a flor de cerejeira está também associada ao supremo código do samurai, o Bushido.
A cerejeira fica pouco tempo florida, por isso suas flores representam a fragilidade da vida, cuja maior lição é aproveitar intensamente cada momento, pois o tempo passa rápido e a vida é curta. Desta forma, a flor símbolo do Japão, traz consigo também o espírito do povo japonês.



























































Essas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.
As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.












































































