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No próximo domingo, teremos uma bela festa das cerejeiras, porem não veremos a florada, pois elas abriram antes

A cerejeira fica pouco tempo florida, por isso suas flores representam a fragilidade da vida, cuja maior lição é aproveitar intensamente cada momento, pois o tempo passa rápido e a vida é curta.

Foi este o aprendizado desta semana, nossas flores de cerejeiras abriram antes da festa, nos iluminaram com sua beleza e partiram.

Mas a festa ocorrerá pois o espirito das flores ainda está presente. Não perca a festa será linda!

 

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Uma flor símbolo de um país

downloadNão à toa, no Japão, a Cerejeira (sakurá) é considerada um símbolo de renovação no país. A espécie é a primeira a “dar flor”,  anunciando a transição do rigoroso inverno para a florida primavera japonesa.

Por isso, assim como os samurais eram considerados os melhores homens entre os homens, a flor de cerejeira é considerada a flor das flores pelos japoneses.  O culto às cerejeiras é tão grande que o “hanami” (observação das flores) é uma festa nacional e a tradição vem desde o ano 794 depois de Cristo.

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Com a explosão das flores nos primeiros dias de abril os japoneses invadem os parques e as ruas coloridas pelo rosa das cerejeiras. munidos com máquinas fotográficas e cestas de piquenique, os trabalhadores são liberados mais cedo do trabalho e se reúnem debaixo das árvores para confraternizar.

Uma lenda conta que a palavra “Sakura” surgiu com a princesa Konohana Sakuya Hime, que caiu do céu perto do Monte Fuji, tendo se transformado nessa bonita flor.

Os lendários  samurais também tinham grande admiração pela flor de cerejeira, pois  esta remete a efemeridade da existência humana e ao lema dos samurais: viver o presente sem medo. Assim, a flor de cerejeira está também associada ao supremo código do samurai, o Bushido.

A cerejeira fica pouco tempo florida, por isso suas flores representam a fragilidade da vida, cuja maior lição é aproveitar intensamente cada momento, pois o tempo passa rápido e a vida é curta. Desta forma, a flor símbolo do Japão, traz consigo também o espírito do povo japonês.

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Festa junina do Zuissenkyoo, uma festa para a família

Celebrar as festas juninas é uma oportunidade de reverenciar as nossas mais profundas tradições, especialmente se você está no Interior de São Paulo.

Na festa do Zuissenkyoo era possível sentir a atmosfera da roça em cada prato que saia da cozinha. Tivemos canjica, bolo de fubá, cuscuz paulista, isso sem falar no quentão, vinho quente e dos sucos direto da fruta.

Foi uma festa para a família, com muita brincadeira, alegria e respeito.  A música ficou por conta do cantor Claudinei Fernandes, que animou a todos com a mais pura música certaneja. A quadrilha composta por alunos da Escola Felipe Lutfalla veio em seguida dando um toque ainda mais caipira.

Na parte externa, próximo ao jardim japones tivemos uma aula de Taichi Chuan que reforçou o espírito da MOA de trabalhar para a promoção da saúde.

Para finalizar tivemos o tradicional bingo, foi sem dúvidas, uma festa feliz.

 

 

 

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O vereador Gilberto Natalini (PV/SP) participou no dia 14 de junho do Fórum Internacional da MOA no Japão

Natalini foi a convite ministrar palestra sobre voluntariado médico e medicina Integrativa.  Não havendo nenhum custo aos cofres públicos.

Segundo Natalini, apesar da  viagem ter sido apenas 2 dias, foi muito proveitosa. Completou dizendo que pode apresentar o trabalho realizado como voluntário médico e também o trabalho realizado na Câmara Municipal de São Paulo voltado à qualidade de vida, como o Curso Cuidador de Idosos e da lei  que inclui orgânicos na merenda escolar.

Nesta ocasião o Vereador Gilberto Natalini outorgou ao Presidente Mori o certificado da Câmara Municipal em reconhecimento aos trabalhos prestados à cidade de São Paulo pela MOA international do Brasil.

A MOA International do Brasil é uma organização focada na “Promoção de Sociedade Criadora de Saúde” e parceira do Vereador Gilberto Natalini nas ações que beneficiam a sociedade.

 

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Cônsul Geral do Japão participa de atividade da MOA em Pernambuco

 

O Curso Kannon de Língua e Cultura Japonesa de Limoeiro, ação  que conta como apoio da MOA local, reuniu os alunos em evento que aconteceu no Centro Cultural Marcos Vinícius Vilaça, com a presença do Cônsul Geral do Japão Sr. Yasuhiro Mitsui e Sra. Satoko, representante do escritório consular do Nordeste.

Neste dia houve apresentações dos alunos, com o Grupo Yama no Sakebi (Grito da montanha), as danças: Yasokoi Soran (dança das sombrinhas japonesas), Zeni Daiko (instrumento japonês) e o grupo de dança J -POP. Também fez parte da nossa programação, o Coral do curso, e pela primeira vez, o Karaokê japonês, onde os alunos exibiram suas canções orientais favoritas. Também foi realizada a cerimônia do chá, e por fim, palestra do Cônsul Yasuhiro Mitsui, onde foi exibido um vídeo sobre a história do Japão envolvendo fatos históricos atuais.


Este encontro foi um momento muito significante, que estreitou os laços com o Consulado Geral do Japão, pois, o mesmo vem difundindo novos horizontes não só para nossos alunos mas para nossa cidade Limoeiro.

 

 

 

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Origem das Festas Juninas

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.

Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.

saojoaoEssas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.

Assim, passou a ser uma comemoração da Igreja Católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.

Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.

Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.

Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.

comidas-sjAs comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

Fonte: BARROS, Jussara De. “Origem da Festa Junina”; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/detalhes-festa-junina/origem-festa-junina.htm>

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A representação da MOA na cidade de Limoeiro em Pernambuco caminha para a promoção de uma cidade saudável

Buscando  difundir a cultura do bem e do belo,  baseados na filosofia do mestre Mokiti Okada, crianças, jovens e adultos estão participando das oficinas, palestras, mostras de artes, ensino da língua e cultura japonesa entre outras atividades.

A representante local Sra. Sheila Barros tem se empenhado para a elevação e o desenvolvimento da sensibilidade por meio da arte. Segundo Sheila, nas oficinas de sensibilização com as flores trabalha-se a emoção, a ternura através do contato com a natureza.

Para Mokiti Okada: “Nada é mais útil do que a consciência do belo para elevar a sensibilidade do homem”.

Além das flores, por meio também da cerimônia do chá, oficinas como: de oshibana, origami, temari, dança, música, pintura etc, a MOA Limoeiro promove momentos de alegria e bem estar elevando a alma por meio da arte, oferecendo uma formação de caráter de forma mais divertida e agradável mantendo a harmonia entre a sociedade e a natureza.

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Um novo Espaço para Arte e Cultura no Rio de Janeiro

Espaço Sol | Um espaço sonhado e realizado para o exercício da reconexão da arte dentro de cada um.

No dia 21 de maio foi inaugurado na Ilha de Paquetá um novo espaço para a Arte e Cultura. Vander Boges, designer e Staff da MOA, transformou o primeiro andar de sua residencia em um atelier de Arte e Design.

Este espaço abrigará artistas e suas produções, mas sobretudo, funcionará como oficina de cursos que a MOA promove. Assim, abrimos mais uma possibilidade de expansão no Rio de Janeiro. Este espaço se autofinanciará com as vendas de produtos de arte e design bem como da participação das oficinas.

O evento de inauguração, contou com aproximadamente 50 pessoas que puderam desfrutar da proposta artística ofertada. Tivemos Pinturas, Colagens, Luminárias e Cerimonia do chá, tudo isso em um ambiente agradável e acolhedor.

O Espaço Sol, abrirá sextas, sábados e domingos e está fazendo parte projeto Paquetá Experimenta Arte Contemporânea.