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Festa junina do Zuissenkyoo, uma festa para a família

Celebrar as festas juninas é uma oportunidade de reverenciar as nossas mais profundas tradições, especialmente se você está no Interior de São Paulo.

Na festa do Zuissenkyoo era possível sentir a atmosfera da roça em cada prato que saia da cozinha. Tivemos canjica, bolo de fubá, cuscuz paulista, isso sem falar no quentão, vinho quente e dos sucos direto da fruta.

Foi uma festa para a família, com muita brincadeira, alegria e respeito.  A música ficou por conta do cantor Claudinei Fernandes, que animou a todos com a mais pura música certaneja. A quadrilha composta por alunos da Escola Felipe Lutfalla veio em seguida dando um toque ainda mais caipira.

Na parte externa, próximo ao jardim japones tivemos uma aula de Taichi Chuan que reforçou o espírito da MOA de trabalhar para a promoção da saúde.

Para finalizar tivemos o tradicional bingo, foi sem dúvidas, uma festa feliz.

 

 

 

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O vereador Gilberto Natalini (PV/SP) participou no dia 14 de junho do Fórum Internacional da MOA no Japão

Natalini foi a convite ministrar palestra sobre voluntariado médico e medicina Integrativa.  Não havendo nenhum custo aos cofres públicos.

Segundo Natalini, apesar da  viagem ter sido apenas 2 dias, foi muito proveitosa. Completou dizendo que pode apresentar o trabalho realizado como voluntário médico e também o trabalho realizado na Câmara Municipal de São Paulo voltado à qualidade de vida, como o Curso Cuidador de Idosos e da lei  que inclui orgânicos na merenda escolar.

Nesta ocasião o Vereador Gilberto Natalini outorgou ao Presidente Mori o certificado da Câmara Municipal em reconhecimento aos trabalhos prestados à cidade de São Paulo pela MOA international do Brasil.

A MOA International do Brasil é uma organização focada na “Promoção de Sociedade Criadora de Saúde” e parceira do Vereador Gilberto Natalini nas ações que beneficiam a sociedade.

 

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Cônsul Geral do Japão participa de atividade da MOA em Pernambuco

 

O Curso Kannon de Língua e Cultura Japonesa de Limoeiro, ação  que conta como apoio da MOA local, reuniu os alunos em evento que aconteceu no Centro Cultural Marcos Vinícius Vilaça, com a presença do Cônsul Geral do Japão Sr. Yasuhiro Mitsui e Sra. Satoko, representante do escritório consular do Nordeste.

Neste dia houve apresentações dos alunos, com o Grupo Yama no Sakebi (Grito da montanha), as danças: Yasokoi Soran (dança das sombrinhas japonesas), Zeni Daiko (instrumento japonês) e o grupo de dança J -POP. Também fez parte da nossa programação, o Coral do curso, e pela primeira vez, o Karaokê japonês, onde os alunos exibiram suas canções orientais favoritas. Também foi realizada a cerimônia do chá, e por fim, palestra do Cônsul Yasuhiro Mitsui, onde foi exibido um vídeo sobre a história do Japão envolvendo fatos históricos atuais.


Este encontro foi um momento muito significante, que estreitou os laços com o Consulado Geral do Japão, pois, o mesmo vem difundindo novos horizontes não só para nossos alunos mas para nossa cidade Limoeiro.

 

 

 

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Origem das Festas Juninas

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.

Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.

saojoaoEssas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.

Assim, passou a ser uma comemoração da Igreja Católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.

Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.

Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.

Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.

comidas-sjAs comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

Fonte: BARROS, Jussara De. “Origem da Festa Junina”; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/detalhes-festa-junina/origem-festa-junina.htm>

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A representação da MOA na cidade de Limoeiro em Pernambuco caminha para a promoção de uma cidade saudável

Buscando  difundir a cultura do bem e do belo,  baseados na filosofia do mestre Mokiti Okada, crianças, jovens e adultos estão participando das oficinas, palestras, mostras de artes, ensino da língua e cultura japonesa entre outras atividades.

A representante local Sra. Sheila Barros tem se empenhado para a elevação e o desenvolvimento da sensibilidade por meio da arte. Segundo Sheila, nas oficinas de sensibilização com as flores trabalha-se a emoção, a ternura através do contato com a natureza.

Para Mokiti Okada: “Nada é mais útil do que a consciência do belo para elevar a sensibilidade do homem”.

Além das flores, por meio também da cerimônia do chá, oficinas como: de oshibana, origami, temari, dança, música, pintura etc, a MOA Limoeiro promove momentos de alegria e bem estar elevando a alma por meio da arte, oferecendo uma formação de caráter de forma mais divertida e agradável mantendo a harmonia entre a sociedade e a natureza.

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Um novo Espaço para Arte e Cultura no Rio de Janeiro

Espaço Sol | Um espaço sonhado e realizado para o exercício da reconexão da arte dentro de cada um.

No dia 21 de maio foi inaugurado na Ilha de Paquetá um novo espaço para a Arte e Cultura. Vander Boges, designer e Staff da MOA, transformou o primeiro andar de sua residencia em um atelier de Arte e Design.

Este espaço abrigará artistas e suas produções, mas sobretudo, funcionará como oficina de cursos que a MOA promove. Assim, abrimos mais uma possibilidade de expansão no Rio de Janeiro. Este espaço se autofinanciará com as vendas de produtos de arte e design bem como da participação das oficinas.

O evento de inauguração, contou com aproximadamente 50 pessoas que puderam desfrutar da proposta artística ofertada. Tivemos Pinturas, Colagens, Luminárias e Cerimonia do chá, tudo isso em um ambiente agradável e acolhedor.

O Espaço Sol, abrirá sextas, sábados e domingos e está fazendo parte projeto Paquetá Experimenta Arte Contemporânea.

 

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Flores na Escola Felipe Luftalla

No dia 6 de maio, a equipe do Zuissenkyoo coordenada por Yasuaki Tsukiashi e apoiada por grupo de voluntários da MOA, realizaram na Escola  Municipal Felipe Lutfalla , localizada no Condomínio Porta do Sol a atividade felicidade através do belo.

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Professores, pais e alunos, puderam vivenciar intensos momentos de alegria e felicidade. Esta ação demonstrou que com uma simples flor, tudo ao redor se torna mais bonito e harmonioso, promovendo o conceito do belo no cotidiano .

A atividade foi iniciada com uma breve explicação sobre a MOA aos professores e sobre as suas atividades junto a sociedade, e particularmente sobre a sensibilização com a flor.

O ponto a ser destacado foi o momento em que as crianças homenagearam as mães  

“Vamos nos esforçar para que haja flores no interior das residências, nos locais de trabalho, enfim, em todos os lugares onde houver pessoas, fazendo com que, por meio delas, este mundo se transforme num Paraíso”. (Mokiti Okada)

 

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O instituto Terapêutico MOA tem uma nova médica

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Moa News: Dra. Hilda Nemoto, a Sra. é a nova médica do Instituto Terapêutico MOA. Como a Sra. vê o atual cenário da saúde no Brasil e no mundo?

Dra. Hilda: Falar de saúde, tanto no Brasil, quanto no exterior, é um assunto bastante amplo…

A diversidade de situações geográficas, políticas, culturais são bastante distintas, configurando cenários opostos… De um lado, locais “ricos”, que podem investir em qualidade de vida (desde saneamento básico, vacinação, suporte hospitalar, exames diagnósticos sofisticados, terapias de ponta e EDUCAÇÃO). De outro lado, locais em que NÃO EXISTE A PREOCUPAÇÃO com o mínimo de saúde, e isso inclui todos os tópicos citados anteriormente: saneamento, educação e assistência médica digna.

O Brasil mantém situações precárias de atendimento à saúde, aliadas à falta de EDUCAÇÂO DA POPULAÇÃO em relação à cuidados simples de alimentação e atividade física, que poderiam minorar os problemas já existentes e DIMINUIR A EVOLUÇÃO PARA DOENÇA….

No geral, falando especificamente do país em que vivemos, temos muito que evoluir, principalmente DIMINUINDO A DESIGUALDADE DE ACESSO À SAÚDE, já que no Brasil existe conhecimento técnico, locais com alto nível diagnóstico, hospitalar e terapêutico.

 

MOA News: Ano após ano, aumentam os casos de doenças ligadas ao estilo de vida, como hipertensão e diabétes. De que forma nós podemos ajudar a mudar este quadro?

Dra. Hilda: De fato, apesar dos avanços incríveis da medicina, certas doenças estão sempre muito PREVALENTES, como Diabete Mellitus, Hipertensão Arterial e Insuficiência coronária (levando à infarto do miocárdio ou procedimentos como angioplastia ou ”Ponte Safena”). Podemos ajudar a diminuir essas doenças com EDUCAÇÃO e CONSCIENTIZAÇÃO!

Porém não é tão simples: precisamos repetir, repetir, repetir… enfocar e orientar situações individuais e resistências à mudanças, já que o hábito “instalado” já decorre de uma série de fatores, tanto ambientais como familiares, o marketing maciço de produtos não saudáveis, como álcool, fumo, FAST FOODS, ritmo acelerado nas grandes cidades, STRESS DO DIA A DIA (levando ao prático e rápido) e ESTADO EMOCIONAL.

 

MOA News: O conceito de Medicina Integrativa vem se expandindo pelo mundo. Médicos como o Dr. Andrew Weil estão trabalhando por uma medicina com um olhar mais humano e espiritual. Como a Sra. vê as práticas integrativas do Método de Saúde Okada dentro deste movimento?

Dra. Hilda:  Vejo a medicina integrativa como a JUNÇÃO de todo o conhecimento da humanidade sobre o SER HUMANO… Descrevo como 03 fases distintas:

ANTIGAMENTE: o conhecimento e tentativa de utilização das substâncias da natureza, seja mineral, vegetal ou animal, em benefício da saúde do homem, enxergando no seu dia a dia, tanto o físico como o espiritual.

FASE INTERMEDIÁRIA: mais recente, em que houve um BOOM tecnológico, evolução de terapias químicas e diagnósticas, em que a tecnologia “copia” a natureza. Nesta fase foca-se principalmente o componente físico visível do homem e as doenças, dando espaço à um aumento de incidência de desequilíbrios espirituais, emocionais e mentais, com a CARÊNCIA de suporte, tanto médico quanto social, para os componentes emocional, afetivo e energético do homem.

ATUALMENTE: a medicina integrativa faz a junção de todos esses conhecimentos e utiliza àquilo que a natureza pode nos oferecer, as vantagens de trabalharmos o nosso físico, nossa energia e nossa mente.

O MÉTODO DE SAÚDE OKADA tem o mérito da VISÃO AMPLA do SER HUMANO, atuando antes da instalação da doença, e também minimizando e dando conforto quando a doença já está instalada.

 

MOA News: Que dicas a Dra. Hilda  daria para quem deseja contribuir para a criação de uma sociedade mais saudável?

ATENÇÃO: atenção constante à qualidade de vida individual, familiar, pequenos núcleos sociais e, por consequência, à humanidade.

PERSISTÊNCIA: nenhum conceito ou prática vai se instalar (POR MELHOR QUE SEJA), se não houver persistência em seu trabalho.

CLAREZA DE OBJETIVO: se a pessoa tiver CLARO o que melhora sua saúde, há a transmissão da prática e efetivação de uma sociedade mais saudável.

RESPEITO: lembrar SEMPRE de que a humanidade tem como CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS: PAZ, PENSAMENTO e  AMOR. Quando nos identificamos com esse núcleo interno, respeitando-o e reverenciando-o, tanto nos outros como em nós mesmos, experimentamos uma saúde melhor.