Quem é o voluntário de quem tanto falamos?
Segundo definição das Nações Unidas, “o voluntário é aquela pessoa, que dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos.”
Voluntário é um agente de transformação, que realiza o trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa. Quando nos referimos ao voluntário contemporâneo, percebemos algo que faz total diferença, além de engajado, participante e consciente, este novo voluntário é extremamente comprometido com o que acredita.
Mas por que despertamos para o Serviço Voluntário?
Em geral por duas razões: O despertar de cunho pessoal que tem a doação de tempo e esforço como resposta a uma inquietação interior levando-o a prática. “Não posso ficar indiferente!”, e o Despertar de cunho social, movido pela tomada de consciência dos problemas do mundo real, o que o leva à busca por um ideal ou ao comprometimento com uma causa.
Nesses dois componentes, o sentido de altruísmos e solidariedade são vistos como virtudes pelo indivíduo, aliados ao sentido de caridade que tem forte herança cultural e religiosa, determinando o nível de engajamento voluntário.
Tais atitudes possuem um enorme potencial transformador do indivíduo impactando no seu crescimento interior, o voluntário é a pessoa que cresce na proporção que se doa, e isso é extremamente motivante.
O Voluntário é aquela pessoas que faz uma enorme diferença no meio onde vive e atua pois faz uma entrega generosa do melhor de si, atuando com profissionalismo, humanidade e eficácia nas tarefas solicitadas.
O voluntário é acima de tudo um teimoso que se nega a cruzar os braços, se recusa a aceitar as coisas “como elas são” então se enche de energia para tentar transformá-las.
Não se trata de transformar o mundo, mas dar o primeiro passo rumo à transformação.
Por: Vander Borges | Comunicação MOA



Nos dias 14 e 17 de fevereiro, cerca de 40 funcionários da UBS Cangaíba Carlos Gentile de Mello na Zona Leste de São Paulo puderam usufruir de duas terapias de arte e cultura MOA: A sensibilização com a flor e a tradicional cerimônia do chá.




Pedimos ao João para falar o que é rede de vida saudável.
O Método de Arte e Cultura consiste em promover o contato com a beleza para e apreciá-la, o que proporciona uma influência positiva na mente e uma melhora nas relações sociais. O estado da mente tem um papel importante no fortalecimento da capacidade natural de recuperação, além de ativar a função cerebral e influir no corpo físico.







Compreendo por Lar Belo a filosofia e prática do mestre Mokiti Okada, e que norteia o trabalho da MOA e profissionais/voluntários a ela associados. Consiste na busca pela construção de uma nova (“verdadeira”) civilização livre de doenças, conflito e pobreza. Trata-se de um projeto societário que tem como base a transformação de lares e indivíduos, núcleos da então almejada civilização. 








No mês de Janeiro, a MOA Brasil recebeu em sua clínica da Fazenda Zuissenkyoo em Mairinque um grupo de profissionais de saúde da UBS/AMA do Bairro de Cangaiba região da zona leste da cidade de São Paulo.
